Como tornar o design de movimento acessível: coreografia da experiência do usuário – parte 2

Embora o movimento possa reforçar grandemente o design quando feito corretamente, facilitando a compreensão das interações, ele também pode ter um impacto negativo na acessibilidade. Orientações simples podem ajudar a tornar a coreografia da experiência do usuário mais inclusiva. Por exemplo, coloque a animação do movimento em foco e não deixe que ela preencha toda a tela. As ações do usuário devem acionar o movimento, e os usuários devem ser capazes de reduzir a quantidade de movimento conforme desejarem (e o dispositivo ou navegador deles tem uma configuração para isso).

O artigo completo está disponível somente em inglês.

Brundrett, A. (2017). Como tornar o design de movimento acessível: coreografia da experiência do usuário – parte 2. User Experience Magazine, 17(4).
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