Indo para o lado físico: Experiência do usuário fora de espaços eletrônicos

Na qualidade de profissionais de experiência do usuário, percebemos problemas de usabilidade em todos os lugares em que vamos. Jesse James Garrett propôs “Esta atitude de pensar sempre na experiência do usuário é uma condição adquirida para a qual não há cura”. Mesmo assim, para as coisas banais geralmente presumimos que algumas são simplesmente boas o bastante, ou deixamos de ver além das melhorias superficiais na utilidade.

Todos nós passamos por frustrações com decisões ruins de projeto em locais como banheiros públicos. Desde distribuidores de papel higiênico que ficam fora do alcance, a sensores de torneiras que nunca parecem reconhecer a sua presença, essas simples interações simbolizam um problema mais endêmico de ignorar a experiência do usuário como um todo. Por meio de vários exemplos de problemas de usabilidade encontrados no dia a dia, como tarefas triviais (jogar um copo de café de papel na cesta de lixo da cidade, usar um banheiro público ou experimentar roupas no provador), este artigo tenta alertar os profissionais de experiência do usuário para que prestem atenção e desafiem a usabilidade de experiências básicas do ser humano, e não somente aquelas com os mais recentes e melhores dispositivos tecnológicos.

O artigo completo está disponível somente em inglês.

Diemer, T., Arrizon, A., Schwarz, P. (2012). Indo para o lado físico: Experiência do usuário fora de espaços eletrônicos. User Experience Magazine, 11(1).
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